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Veja o que é bom para amigdalite: do alívio caseiro ao tratamento médico

Saiba como diferenciar as medidas para aliviar os sintomas daquelas que tratam a causa e quando a avaliação médica é indispensável.

Resumo
  • A amigdalite é a inflamação das amígdalas, que pode ser causada por vírus ou bactérias.
  • Medidas caseiras como hidratação, repouso e gargarejos com água morna e sal ajudam a aliviar os sintomas.
  • Analgésicos e anti-inflamatórios podem ser indicados para controlar a dor e a febre, sempre com orientação profissional.
  • Antibióticos são necessários apenas para amigdalites bacterianas e não devem ser usados por conta própria.
  • Febre alta persistente, dificuldade para respirar ou ausência de melhora em 48 horas são sinais para procurar um médico.
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Aquela sensação de arranhado na garganta que evolui rapidamente para uma dor aguda ao engolir. Acompanhada de febre e mal-estar, essa pode ser a descrição clássica de um quadro de amigdalite. Diante do desconforto, a primeira pergunta que surge é: o que é bom para amigdalite e como acelerar a recuperação?

Entender as opções de tratamento é fundamental, pois elas variam conforme a origem da inflamação. Enquanto algumas medidas trazem alívio imediato dos sintomas, outras são essenciais para combater a causa do problema e evitar complicações.

Para entender o tratamento ideal e aliviar os sintomas, é fundamental buscar avaliação médica. A inflamação nas amígdalas gera um desequilíbrio no sistema imunológico que exige um diagnóstico preciso para guiar o tratamento adequado.

Otorrinolaringologistas são os especialistas indicados para esse tipo de acompanhamento. A Rede Américas conta com médicos renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.

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O que é amigdalite e por que ela causa tanto desconforto?

A amigdalite, também conhecida como tonsilite, é a inflamação das amígdalas, dois pequenos órgãos de tecido linfoide localizados no fundo da garganta. Elas funcionam como a primeira barreira de defesa do sistema imunológico contra agentes infecciosos que entram pela boca ou nariz.

Quando vírus ou bactérias superam essa defesa, as amígdalas podem inflamar, resultando em inchaço, vermelhidão e dor. Essa reação inflamatória é a causa da dificuldade para engolir, da febre e do mal-estar geral associados ao quadro. 

Essa intensa dor, comum na amigdalite, é causada pela reação inflamatória do sistema de defesa do corpo. Por isso, o uso de medicamentos que controlem essa resposta biológica é essencial para o alívio dos sintomas.

Leia também: Veja os sintomas da amigdalite bacteriana

Como aliviar os sintomas da amigdalite em casa?

Enquanto o corpo combate a infecção, algumas práticas podem oferecer alívio significativo do desconforto. Essas medidas são focadas em mitigar os sintomas e criar um ambiente favorável para a recuperação do organismo.

Hidratação e repouso: a base da recuperação

Manter o corpo hidratado é crucial. A ingestão de líquidos, como água, chás mornos e sopas, ajuda a umedecer a mucosa da garganta, o que pode diminuir a sensação de irritação. Além disso, o repouso permite que o sistema imunológico concentre suas energias no combate à infecção.

Leia também: Veja alguns autocuidados para tratar a amigdalite

Gargarejos com água morna e sal

Uma solução simples e eficaz, recomendada inclusive por órgãos como a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, é o gargarejo. Misturar meia colher de chá de sal em um copo de água morna e gargarejar algumas vezes ao dia pode ajudar a reduzir o inchaço e limpar a garganta, proporcionando um alívio temporário da dor.

Alimentação para facilitar a deglutição

Com a garganta dolorida, comer pode se tornar um desafio. A escolha dos alimentos certos evita maior irritação e garante a nutrição necessária para a recuperação.

O que comer

O que evitar

Sopas, caldos e purês

Alimentos duros ou crocantes (torradas, batata frita)

Gelatinas, sorvetes e açaí

Comidas muito quentes, ácidas ou apimentadas

Iogurtes e vitaminas de frutas

Bebidas alcoólicas e refrigerantes

Frutas macias (banana, mamão)

Frituras e alimentos gordurosos

Quais medicamentos podem ser indicados para amigdalite?

O tratamento medicamentoso visa controlar os sintomas e, quando necessário, eliminar o agente causador da infecção. A automedicação é perigosa e pode mascarar sintomas importantes ou levar a complicações. Por isso, a orientação médica é indispensável.

Analgésicos e antitérmicos

Medicamentos como paracetamol ou dipirona podem ser recomendados para aliviar a dor de garganta e controlar a febre. Eles atuam diretamente no alívio desses sintomas, melhorando o bem-estar do paciente durante o curso da doença.

Anti-inflamatórios

Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno, ajudam a reduzir a inflamação, o inchaço e a dor nas amígdalas. Seu uso deve ser feito sob prescrição, pois possuem contraindicações e podem causar efeitos adversos se utilizados de forma inadequada.

Antibióticos: quando são realmente necessários?

Esta é uma das distinções mais importantes no tratamento. Os antibióticos combatem exclusivamente bactérias. Assim, seu uso só é indicado em casos de amigdalite bacteriana, diagnosticada por um médico. Utilizar antibióticos para uma infecção viral é ineficaz e contribui para o problema global de resistência bacteriana.

O que pode piorar um quadro de amigdalite?

Alguns hábitos e condições podem agravar a inflamação e retardar a recuperação. É importante evitá-los:

  • Fumar ou se expor à fumaça: a fumaça irrita ainda mais a mucosa da garganta.
  • Falar em excesso ou gritar: o esforço vocal pode aumentar a dor e a irritação.
  • Consumir alimentos inadequados: como citado na tabela, comidas duras, ácidas ou picantes podem ferir a região inflamada.
  • Não completar o tratamento com antibiótico: em casos bacterianos, interromper o medicamento antes do prazo permite que a infecção retorne, muitas vezes mais forte.

Qual a diferença no tratamento da amigdalite viral e bacteriana?

A abordagem terapêutica depende diretamente do agente causador. Identificar a origem é papel do médico, que pode se basear em exame clínico e, se necessário, testes laboratoriais.

Na amigdalite viral, que corresponde à maioria dos casos, o tratamento é sintomático. O foco é aliviar a dor, a febre e o desconforto com repouso, hidratação e analgésicos, enquanto o próprio sistema imune combate o vírus. O quadro geralmente melhora em até 7 dias.

Já na amigdalite bacteriana, além do controle dos sintomas, é essencial o uso de antibióticos para eliminar a bactéria. O tratamento costuma durar de 7 a 10 dias e deve ser seguido à risca para evitar complicações como a febre reumática.

Em casos de amigdalite que se tornam crônicas ou recorrentes, a avaliação médica pode indicar abordagens mais específicas. O tratamento ideal, seja com medicamentos ou cirurgia, dependerá da análise se a inflamação é frequente ou se as amígdalas estão aumentadas.

Para pacientes que sofrem com amigdalites muito frequentes, a cirurgia de remoção das amígdalas pode ser recomendada por médicos. Essa intervenção busca proporcionar alívio definitivo e evitar novas infecções.

No contexto da amigdalite crônica, a remoção cirúrgica completa é vista como a solução mais definitiva. Isso ocorre porque a inflamação, nesses casos, tende a se espalhar por toda a estrutura das amígdalas, e a cirurgia elimina essa fonte de problema.

Quando devo procurar um médico?

Embora muitos casos se resolvam com cuidados de suporte, a avaliação de um profissional de saúde é fundamental. Procure um médico, preferencialmente um otorrinolaringologista, se você apresentar:

  • Febre alta (acima de 38,5°C) que não cede com antitérmicos.
  • Dor de garganta muito intensa que impede de engolir líquidos.
  • Presença de placas de pus (pontos brancos ou amarelados) nas amígdalas.
  • Ausência de melhora dos sintomas após 48 horas de cuidados.
  • Dificuldade para respirar ou abrir a boca.
  • Inchaço no pescoço ou rouquidão persistente.

A amigdalite pode causar ronco?

O inchaço das amígdalas durante uma crise aguda pode estreitar a passagem de ar na garganta. Essa obstrução parcial pode levar ao ronco ou piorá-lo em quem já tem essa condição. Geralmente, o sintoma desaparece conforme a inflamação regride.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.

Bibliografia
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