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Saiba identificar os sinais da forma mais comum de impetigo, entenda por que é tão contagioso e conheça as opções de tratamento.

Toda mãe e pai conhece aquela rotina de inspecionar a pele dos filhos. Um dia, você nota uma pequena mancha vermelha perto do nariz ou da boca da criança, parecida com uma picada de inseto. No dia seguinte, a mancha virou uma pequena bolha que se rompeu rapidamente, dando lugar a uma casquinha amarelada, com aspecto de mel seco. Esse é o sinal clássico do impetigo não bolhoso.
Pediatras são os médicos que podem atender esse tipo de demanda de maneira primária. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O impetigo não bolhoso, também conhecido como impetigo comum ou crostoso, é a forma mais frequente e contagiosa de uma infecção cutânea superficial. Ele é causado principalmente por duas bactérias: Staphylococcus aureus e, em menor grau, Streptococcus pyogenes.
Esses microrganismos aproveitam pequenas falhas na barreira da pele, como cortes, arranhões, picadas de inseto ou mesmo lesões de outras doenças de pele como o eczema, para se instalar e multiplicar. A infecção fica restrita à epiderme, a camada mais externa da pele.
Leia também: O que é o impetigo bolhoso em crianças
A evolução das lesões do impetigo não bolhoso segue um padrão bastante característico, facilitando sua identificação. O processo geralmente ocorre da seguinte forma:
As lesões podem causar coceira e um leve desconforto. As áreas mais afetadas são o rosto, especialmente ao redor do nariz e da boca, e as extremidades, como braços e pernas.
A alta capacidade de contágio é uma das principais preocupações relacionadas ao impetigo. A transmissão ocorre de forma simples e rápida, principalmente em ambientes com contato próximo, como creches e escolas.
O contágio acontece pelo contato direto com as feridas de uma pessoa infectada ou pelo toque em objetos que foram contaminados pela secreção das lesões, como toalhas, roupas de cama, brinquedos e roupas.
Ao coçar a ferida e depois tocar em outra parte do corpo, a própria criança pode espalhar a infecção. Sendo a forma mais comum e contagiosa da infecção, o impetigo não bolhoso exige atenção especial para controlar sua disseminação. Por isso, o tratamento rápido com pomadas antibióticas é fundamental para evitar que as bactérias se espalhem, especialmente após as feridas romperem.
O diagnóstico do impetigo não bolhoso é primariamente clínico. Um pediatra ou dermatologista consegue identificar a condição apenas observando o aspecto característico das lesões. Em casos raros ou atípicos, o médico pode coletar uma amostra da secreção para análise laboratorial.
Leia também: Qual é o tratamento para o impetigo?
O tratamento do impetigo visa eliminar a bactéria, aliviar os sintomas e prevenir a disseminação da infecção.
As medidas mais comuns incluem:
Essa abordagem é considerada ideal para curar as feridas rapidamente, o que ajuda a prevenir a disseminação das bactérias e a evitar complicações. Em crianças e adolescentes, o uso dessas pomadas, aplicadas duas vezes ao dia por um período de cinco dias, tem se mostrado um tratamento tópico eficaz e seguro para o impetigo não bolhoso.
É crucial seguir o tratamento pelo tempo recomendado pelo profissional, mesmo que as lesões melhorem antes, para garantir a eliminação completa da bactéria.
Embora causados pelas mesmas bactérias, o impetigo se apresenta de formas diferentes. É importante saber distingui-las.
Existe ainda uma forma mais grave e rara chamada ectima, que atinge camadas mais profundas da pele, formando úlceras.
A prevenção é baseada em bons hábitos de higiene. Algumas medidas são fundamentais para proteger as crianças e evitar que a infecção se espalhe pela família:
Ao notar qualquer lesão na pele do seu filho que se assemelhe às descritas, é essencial procurar avaliação médica para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento correto. Procure um pediatra ou dermatologista se:
O acompanhamento profissional é indispensável para uma recuperação rápida e segura, evitando complicações e a transmissão para outras pessoas.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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