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O Dr. Buzaid chega a Rede Américas sendo uma referência em oncologia no Brasil, com mais de 30 anos de carreira

A oncologia brasileira conta com profissionais que desempenham papel fundamental no avanço do diagnóstico, tratamento e cuidado com pacientes com câncer. Entre esses nomes está o do oncologista Dr. Antonio Carlos Buzaid.
Reconhecido pela trajetória acadêmica, atuação clínica e contribuição para o desenvolvimento de centros especializados em oncologia no Brasil e no exterior, o médico passa a fazer parte da Rede Américas como diretor médico geral do Centro de Oncologia dos hospitais: Nove de Julho e Samaritano Higienópolis.
Além de assumir a diretoria de ambos centros médicos, o Dr. Buzaid também participará da estruturação de uma nova unidade premium dedicada ao tratamento oncológico na cidade de São Paulo.
Com mais de três décadas de experiência e reconhecimento internacional, sua carreira reúne atuação em instituições de prestígio e participação em projetos voltados à inovação no tratamento do câncer. Assim como em iniciativas de educação e conscientização sobre a doença.
Os hospitais da Rede Américas contam com especialistas em oncologia e estrutura completa para diagnóstico e tratamento do câncer. Agende sua consulta.
O Dr. Antonio Carlos Buzaid é o mais novo médico oncologista da Rede Américas. Ele chegou em 2026 como diretor médico geral do Centro de Oncologia dos hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis.
Um dos fundadores do Instituto Vencer o Câncer e com experiência na criação de centros de oncologia, o médico também vai participar da estruturação de uma nova unidade premium dos referidos hospitais da rede. Ela já está em construção na Alameda Jaú, na capital paulista. O prazo para a sua inauguração é no início de 2027.
Buzaid se graduou em medicina pela Universidade de São Paulo (USP) no ano de 1982. Recebeu Prêmio Rockfeller de melhor aluno em cadeiras básicas. Fez residência de Clínica Médica no Hospital das Clínicas de USP. Depois disso o seu crescimento profissional e acadêmico foi ascendente. Ele fez fellowship em hematologia e oncologia na Universidade do Arizona, nos Estados Unidos. Durante o tempo de formação foi laureado com um prêmio chamado Elanor B. Connel, por ser destaque durante o seu fellow.
Além de ter sido professor assistente e diretor médico do centro de melanoma e co-diretor do Centro de Câncer de Pulmão da Universidade de Yale, também nos Estados Unidos. O oncologista também atuou como professor associado do Hospital MD Anderson Cancer Center e diretor médico do centro multidisciplinar de melanoma e Câncer de Pele da Universidade do Texas.
No ano de 1998, co-fundou o Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês e ficou à frente dele até 2010. E não parou por aí. Em 2011, criou, conjuntamente com Dr Fernando Maluf, o Centro de Oncologia da Beneficência Portuguesa de São Paulo onde atuou como Diretor Médico Geral até 2025. Em 2016, fundou o Instituto Vencer o Câncer com o Dr. Fernando Maluf.
Ao longo da sua carreira, o médico já ajudou bastantes pacientes. O especialista é conhecido por defender a chamada ‘dieta divina’. Para o Dr. Antonio Carlos Buzaid, o ser humano deve se alimentar apenas de comidas naturais, reduzindo o consumo de ultraprocessados.
Em entrevista para o ‘Mais Você’ em março de 2026, disse que o adoçante deve ser evitado ao máximo. Uma afirmação que se aplica não apenas a pacientes oncológicos, mas a todos os indivíduos. Para ele, o único que pode ser consumido é o Stevia, pois um estudo aponta que até 10 gotas do produto não interferem na flora intestinal.
É possível ver o quanto se dedica no cuidado dos seus pacientes e da população geral. Estando sempre em busca de se atualizar, para prestar o melhor serviço. Por isso, além de falar sobre assuntos diretamente ligados à neoplasia, como a imunoterapia, fala também sobre adoçantes artificiais e suplementos naturais.
A flora intestinal é composta por trilhões de microrganismo que formam o microbioma intestinal. Essa população que ocupa o órgão de forma natural é capaz de modular o sistema imune o qual protege contra infecções e até mesmo contra o câncer, diz o especialista. Por isso, o intestino é considerado o segundo cérebro.
Para mantê-lo com um bom funcionamento, é preciso ingerir alimentos saudáveis e naturais. O uso de adoçantes artificiais prejudica o funcionamento adequado, desregulando a flora intestinal, o que chamamos de disbiose.
“Se eu comi muito doce, muito açúcar, crescem no intestino bactérias ruins. Elas liberam substâncias que suprimem (diminuem a função) do sistema imune”, enfatizou o médico à Ana Maria Braga.
Segundo ele, por mais que os estudos não mostrem de modo consistente uma relação direta entre adoçantes e câncer, o ideal é evitar o uso ao máximo ou usar o mínimo necessário.
É possível encontrá-los em alguns tipos de pão; iogurtes com baixo teor de açúcar; bolos, doces, sorvetes e gelatinas diet; em alguns tipos de pasta de dentes e em pastilhas para dor de garganta.
O novo diretor médico da oncologia do Hospital Nove de Julho e Hospital Samaritano Higienópolis, é considerado umas das principais referências em imunoterapia, utilizada como tratamento para muitos tipos de câncer. Como é uma terapia que mexe diretamente com o sistema imunológico do paciente oncológico, a ingestão de adoçantes (a exemplo da sucralose) reduz a sua eficácia.
Sendo importante que mantenha uma dieta saudável, rica em ingestão de fibras. Excluindo da dieta açúcares livres (açúcar adicionado a alimento ou bebida), gordura saturada e adoçantes. A atividade física e dormir bem também contribuem para fortalecer a imunidade, contribuindo para aumentar a eficiência da imunoterapia. Os dois também são fatores que contribuem diretamente para a prevenção do câncer.
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostrou que até 2028, o Brasil deve registrar 781 mil novos casos por ano. Isso significa dizer que a doença está provando ser uma das maiores causas de adoecimento e morte no Brasil.
Para o Dr. Antonio Buzaid, 2026 é um ano que vai representar um avanço para a Oncologia. Isso porque a imunoterapia está sendo utilizada cada vez mais cedo como uma opção de abordagem terapêutica em alguns protocolos. Enfatiza também que a terapia celular, uma outra forma de imunoterapia, terá cada vez maior utilização na Oncologia.
Outro motivo são as terapias-alvo, um tipo de tratamento para o câncer. Elas estão ganhando mais espaço, pois agem sobre mecanismos específicos de crescimento dos tumores.
"Estamos vivendo uma transformação real na oncologia. A imunoterapia e as terapias celulares que são uma forma de imunoterapia já estão mudando o prognóstico de diversas doenças", garantiu o médico.
Leia também: Tipos de imunoterapia: a ciência ajuda o corpo a lutar contra o câncer
A suplementação de ervas pode gerar danos ao fígado, diz Antonio Carlos Buzaid. Existem relatos de hepatite fulminante e até de óbito, ocasionados pela ingestão de chá verde em cápsulas e cúrcuma. O que pode ocorrer devido à concentração acima do recomendado ou à presença de outras substâncias na fórmula. Algumas pessoas possuem uma predisposição natural para efeitos colaterais das ervas e para doenças.
O projeto atual do Dr. Antonio Carlos Buzaid é a sua entrada na Rede Américas, o segundo maior grupo de hospitais e clínicas do Brasil.
De acordo com ele, em entrevista para ‘mais você, este vai ser o seu último projeto antes da aposentadoria. O médico se junta à Rede Américas com a sua equipe, formada por mais 4 oncologistas titulares e 5 oncologistas assistentes.
“A oncologia exige cada vez mais integração entre assistência, pesquisa clínica e incorporação responsável de inovação”, disse Buzaid a revista Claudia. “Meu objetivo é ampliar o acesso a tratamentos inovadores, fortalecer a pesquisa clínica no Brasil e oferecer ao paciente uma jornada verdadeiramente centrada em suas necessidades.”
Para Gustavo Fernandes, vice-presidente de Oncologia da Rede Américas, a contratação tem o objetivo de fortalecer ainda mais a atuação dos hospitais na oncologia de alta complexidade. Auxiliando na consolidação de um modelo assistencial que integre cuidado clínico e avanços tecnológicos.
“A chegada de mais uma liderança médica de referência nacional, somada à ampliação da estrutura dedicada à oncologia, posiciona a Rede Américas em um novo patamar estratégico no cenário da saúde suplementar brasileira, combinando escala, qualidade assistencial e protagonismo científico”, deixou claro.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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