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O que é o dia da epilepsia e por que a conscientização é tão importante

A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico e não é contagiosa; o dia da epilepsia promove informação e combate mitos sobre a condição 

Resumo
  • O Dia da Epilepsia promove conscientização, combate mitos e reduz o preconceito
  • A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico, não contagioso e com crises variadas
  • O diagnóstico é clínico e apoiado por exames como o EEG e a ressonância magnética
  • O tratamento inclui medicamentos, cirurgia, dieta cetogênica e outras terapias
  • Saber como agir durante uma crise é essencial para garantir segurança e cuidado
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O dia da epilepsia é uma data dedicada à conscientização mundial sobre uma condição neurológica que ainda é cercada por desinformação, estigmas e preconceitos. 

A iniciativa busca ampliar o conhecimento da população sobre o que é a epilepsia, suas causas, sintomas e formas de tratamento, além de orientar sobre como agir diante de uma crise. 

Ao promover informação de qualidade, a data reforça a importância do diagnóstico precoce, do acesso adequado aos cuidados de saúde e da inclusão social das pessoas que convivem com a condição.

Cuidar do distúrbio é possível com acompanhamento adequado. O apoio médico promove uma vida de mais qualidade para o paciente. Marque uma consulta com um neurologista na Rede Américas.

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O que é o dia da epilepsia?

O Dia Internacional da Epilepsia é uma data celebrada todos os anos na segunda-feira da segunda semana de fevereiro. Ela tem como objetivo principal aumentar a compreensão sobre o problema. 

O Ministério da Saúde afirma que a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que a disfunção acomete cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, cerca de 2% da população. Por isso é importante ter o dia da epilepsia.

Ele ajuda o público a aprender o que é a condição, desmistificar mitos e compreender melhor os desafios enfrentados pelos pacientes. O propósito é construir uma consciência que leve à empatia, inclusão e ação, combatendo a discriminação que muitas vezes isola o indivíduo da vida em sociedade.

Também ajuda a amplificar a voz de quem convive com o problema. Acontecem eventos e atividades em todo o mundo, como seminários, cobertura na mídia e campanhas nas mídias sociais. A data também foca no acesso equitativo a cuidados de saúde, educação, emprego e apoio social.

O que é epilepsia?

A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico caracterizado por uma predisposição persistente do cérebro em gerar crises epilépticas. As crises são uma atividade elétrica anormal dos neurônios que compõem o cérebro, resultando na emissão de sinais incorretos por alguns segundos ou minutos.

As chamadas crises convulsivas são recorrentes e podem ser de vários tipos, a depender da área afetada do cérebro. Uma única convulsão não significa epilepsia. Ela é definida pela ocorrência de duas ou mais convulsões não provocadas. 

Leia também: Qual a diferença entre convulsão e epilepsia e quando buscar ajuda médica

A epilepsia é contagiosa?

Este é um dos maiores mitos que o dia da epilepsia busca combater. A epilepsia é uma condição neurológica e não uma doença infecciosa. Não se ‘pega’ pelo contato físico, saliva ou convivência com alguém que tenha a condição.

Quais são as causas e os principais tipos?

A disfunção neurológica pode ter várias causas, que podem variar de acordo com a faixa etária do paciente. Em metade dos casos diagnosticados a etiologia exata é desconhecida. Alguns dos possíveis fatores desencadeadores são:

  • Lesões cerebrais: podem ocorrer no nascimento devido a falta de oxigênio ou traumas durante o parto
  • Doenças cerebrovasculares: o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a causa mais frequente em idosos. Assim como os tumores cerebrais
  • Infecções: meningite, encefalite e neurocisticercose
  • Traumatismos: pancadas fortes na cabeça com sangramento interno
  • Fatores genéticos: malformações cerebrais congênitas

As crises epilépticas são classificadas conforme as manifestações clínicas. Se elas envolvem apenas um lado do cérebro, o distúrbio é do tipo focal. Já se elas acontecerem nos dois lados do órgão e de maneira simultânea, a alteração é considera generalizada. 

Sintomas de epilepsia

Os sintomas variam bastante a depender do tipo de crise. Um dos tipos mais conhecidos é a tônico-clônica, popularmente conhecida como convulsão. Nela, o indivíduo pode apresentar abalos musculares generalizados, salivação excessiva, morder a língua e perder o controle da urina e fezes.

Outros surtos podem ser mais sutis e difíceis de reconhecer, com alterações mais discretas de comportamento, olhar fixo e movimentos automáticos. Em crianças, as crises de ausência são comuns. Sendo elas caracterizadas por uma breve interrupção da atividade cerebral, olhar parado por alguns segundos ou movimentos automáticos das mãos. 

Como é o diagnóstico?

O diagnóstico do distúrbio cerebral é essencialmente clínico. Tendo como base o histórico de saúde da pessoa e o relato de testemunhas da crise. Exames complementares como o eletroencefalograma (EEG), são fundamentais para identificar padrões de atividade elétrica cerebral anormal.

Em alguns casos, a ressonância magnética ou a tomografia computadorizada podem ser utilizadas para visualizar possíveis lesões estruturais ou tumores.

Tratamentos para epilepsia

O tratamento visa controlar as descargas elétricas descontroladas e melhorar a qualidade de vida do paciente. A principal abordagem é a administração de medicamentos anticonvulsivantes. Boa parte dos indivíduos consegue controlar as crises com as medicações. 

Se o tratamento medicamentoso for insuficiente para manter o controle necessário, outras opções podem ser consideradas. Quando as crises são localizadas em uma área do cérebro que pode ser removida com segurança, a remoção cirúrgica pode ser recomendada.

dieta cetogênica costuma ser eficaz em crianças. Ela é rica em lipídeos, moderada em proteínas e pobre em carboidratos. O canabidiol é uma opção terapêutica, com resultados positivos e seguros. Em alguns casos, um dispositivo pode ser implantado para enviar impulsos elétricos ao cérebro e regular a atividade dos neurônios (Estimulador do Nervo Vago).

É possível prevenir algumas causas da doença. Para evitar a falta de oxigênio do feto ou do recém-nascido é necessário fazer o acompanhamento pré-natal adequado. Como forma de prevenção aos problemas cerebrovasculares, é preciso controlar doenças como a hipertensão e a diabetes.

O que fazer ao presenciar uma crise?

Saber como agir é fundamental para garantir a segurança da pessoa. O Ministério da Saúde fornece orientações clara sobre como proceder. Veja a seguir:

  • Mantenha a calma: tranquilize as pessoas ao redor
  • Proteja a pessoa: evite que ela caia bruscamente e tente colocá-la deitada de costas em um local seguro e confortável, protegendo a cabeça com algo macio
  • Não restrinja os movimentos: nunca segure a pessoa ou impeça seus movimentos. Deixe-a debater-se livremente
  • Remova objetos perigosos: retire objetos próximos que possam causar ferimentos
  • Posicione a cabeça: mantenha a pessoa deitada de barriga para cima, mas com a cabeça voltada para o lado, para evitar que ela se sufoque com a própria saliva
  • Afrouxe as roupas: se necessário, afrouxe as roupas ao redor do pescoço
  • Facilite a respiração: se possível, levante o queixo para facilitar a passagem de ar
  • Não coloque nada na boca: nunca introduza objetos na boca da pessoa durante a convulsão, nem tente dar tapas, jogar água ou oferecer algo para cheirar
  • Verifique identificação: observe se há pulseira, medalha ou outra identificação médica de emergência
  • Permaneça ao lado: fique com a pessoa até que ela recupere a consciência
  • Procure ajuda médica: peça ajuda médica se a crise durar mais de 5 minutos sem sinais de melhora
  • Permita o descanso: deixe a pessoa descansar após a crise


Leia também: O que fazer em caso de convulsão: veja como e quando agir urgentemente

O dia da epilepsia desempenha um papel fundamental na luta contra o desconhecimento e o preconceito que ainda permeiam essa condição. Ao promover a conscientização e a educação, a data contribui para desmistificar a anomalia, incentivando o acolhimento e a inclusão social das pessoas que vivem com ela. 

É um momento para reforçar a importância do diagnóstico precoce, do acesso a tratamentos eficazes e do apoio contínuo. De forma a garantir que todos os indivíduos com epilepsia possam ter uma vida com dignidade, respeito e qualidade, livres do estigma e da discriminação.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.

Bibliografia
  • BRASIL. 2ª segunda-feira do mês: Dia Internacional da Epilepsia. Biblioteca Virtual em Saúde. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/2-segunda-feira-do-mes-dia-internacional-da-epilepsia/. Acesso em: 06 fev. 2026.
  • INTERNATIONAL EPILEPSY DAY. International Epilepsy Day – home page. Disponível em: https://internationalepilepsyday.org/. Acesso em: 06 fev. 2026.
  • PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Dia Internacional da Epilepsia promove a conscientização sobre a doença. Disponível em: https://prefeitura.sp.gov.br/web/hospital_do_servidor_publico_municipal/w/dia-internacional-da-epilepsia-promove-a-conscientiza%C3%A7%C3%A3o-sobre-a-doen%C3%A7a. Acesso em: 06 fev. 2026.
  • NAÇÕES UNIDAS (UN NEWS). Epilepsia: ONU destaca importância de conscientização e apoio. Disponível em: https://news.un.org/pt/story/2024/02/1827547. Acesso em: 06 fev. 2026.
  • BRASIL. Epilepsia: conheça a doença e os tratamentos disponíveis no SUS. Portal Gov.br, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/marco/epilepsia-conheca-a-doenca-e-os-tratamentos-disponiveis-no-sus. Acesso em: 06 fev. 2026.
  • GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ. HGF: epilepsia – sintomas e tratamentos. Disponível em: https://www.saude.ce.gov.br/2025/03/28/hgf-epilepsia-sintomas-tratamentos/. Acesso em: 06 fev. 2026.
  • H9J. Epilepsia: o que é, sintomas, causas e tratamento. Disponível em: https://www.h9j.com.br/blog/epilepsia/. Acesso em: 06 fev. 2026.

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