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Manchas de espinha surgem após inflamações causadas pela acne; espremer espinhas e sol piora o escurecimento da pele

A espinha finalmente secou, mas deixou uma lembrança indesejada no lugar: uma mancha escura ou avermelhada. Essa situação é extremamente comum e pode gerar tanto incômodo quanto a própria acne. Felizmente, com a estratégia correta e os cuidados adequados, é possível clarear essas marcas e devolver a uniformidade à pele do rosto.
Cada pele reage de forma diferente aos tratamentos. Agende uma consulta com nossos dermatologistas em um hospital da Rede Américas e receba um plano personalizado para clarear as manchas de espinha.
As marcas que surgem após uma lesão de acne são conhecidas tecnicamente como hiperpigmentação pós-inflamatória (HPI). Elas são uma consequência direta do processo inflamatório que a pele enfrenta para combater a espinha.
Durante a inflamação, as células que produzem melanina, os melanócitos, são superestimadas e depositam um excesso de pigmento na área afetada. O processo resulta em uma mancha que pode variar do rosa ao marrom escuro, dependendo do tom de pele e da intensidade da inflamação. Manipular ou espremer a espinha agrava o quadro, tornando a mancha mais escura e persistente.
É importante ressaltar que as manchas são frequentemente pioradas pela exposição à radiação ultravioleta (UV). A inflamação causada pela radiação UV na pele pode aumentar significativamente a produção de melanina, contribuindo para o escurecimento das marcas.
Vale dizer que existem dois tipos principais de marcas:
O tratamento para tirar manchas de espinha do rosto envolve uma combinação de cuidados diários e, em alguns casos, o uso de ativos clareadores específicos. A base de qualquer abordagem bem-sucedida é uma rotina consistente.
Antes de pensar em produtos potentes, é fundamental garantir que o básico esteja sendo feito corretamente. Uma rotina de cuidados bem estruturada ajuda a pele a se renovar e a responder melhor aos tratamentos.
Diversos ingredientes presentes em séruns e cremes podem acelerar o clareamento das manchas. A escolha deve ser orientada por um dermatologista, que indicará o mais seguro e eficaz para seu caso.
Leia também: O que é bom para espinha inflamada? Como aliviar a dor e evitar manchas
A radiação ultravioleta (UV) do sol é um dos principais estímulos para a produção de melanina. Quando uma pele com manchas de espinha é exposta ao sol sem proteção, os melanócitos daquela área são ativados intensamente. A ação faz com que a marca se torne ainda mais escura e difícil de tratar.
O protetor solar funciona como uma barreira. Ele impede que a radiação UV agrave a hiperpigmentação. Para evitar a piora, o uso diário de protetor solar é obrigatório. Ele deve ser de amplo espectro, com FPS 50 ou superior, e proteger também contra a luz azul. Sem essa proteção, qualquer outro tratamento clareador terá sua eficácia comprometida.
Quando os cuidados em casa não são suficientes ou se deseja um resultado mais rápido, um dermatologista pode recomendar procedimentos realizados em consultório. Eles são mais potentes e devem ser sempre supervisionados por um profissional.
Na busca por uma pele sem manchas, algumas atitudes podem piorar o quadro. É fundamental evitar:
A paciência é uma aliada no tratamento. O tempo para que elas desapareçam varia muito de pessoa para pessoa, dependendo de fatores como o tom da pele, a profundidade da mancha e a consistência nos cuidados.
Quando são superficiais podem começar a clarear em algumas semanas, enquanto as mais escuras e profundas podem levar de seis meses a um ano para sumir completamente. O importante é manter a rotina de tratamento e o acompanhamento com um dermatologista.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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