Revisado em: 13/02/2026
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Entenda como este tratamento inovador combate a flacidez facial e corporal ao estimular a produção natural de colágeno

Você se olha no espelho e nota que o contorno do rosto já não parece tão definido ou que a pele do braço apresenta uma leve flacidez. Essa percepção é comum e está diretamente ligada à diminuição natural da produção de colágeno, a proteína que dá sustentação e firmeza à pele, processo que se intensifica a partir dos 30 anos.
Nesse cenário, os bioestimuladores de colágeno surgem como uma alternativa eficaz para quem busca resultados naturais e duradouros. Diferente de outros procedimentos, ele age de dentro para fora, restaurando a estrutura da pele de forma progressiva.
Dermatologistas são os especialistas indicados para o acompanhamento desse tipo de quadro. A Rede Américas conta com médicos renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Um bioestimulador de colágeno é uma substância biocompatível e bioabsorvível que, ao ser injetada na derme (a camada intermediária da pele), provoca uma leve reação inflamatória controlada. Essa reação sinaliza para as células produtoras de colágeno, os fibroblastos, que é hora de aumentar sua atividade.
De fato, bioestimuladores agem como gatilhos que ativam o metabolismo natural do corpo, incentivando o próprio organismo a reconstruir sua estrutura e firmeza de forma profunda e duradoura.
Em outras palavras, o tratamento funciona como um "treinador" para as suas células, incentivando o organismo a produzir novas fibras de colágeno. Substâncias como o ácido poli-L-láctico (PLLA) e a hidroxiapatita de cálcio são as mais utilizadas para essa finalidade.
O ácido polilático, por exemplo, é conhecido por estimular o corpo a produzir colágeno gradualmente, criando uma estrutura natural que melhora a firmeza, a elasticidade e o volume da pele.
Com o tempo, o produto é totalmente absorvido pelo corpo, mas a nova rede de colágeno formada permanece, garantindo os resultados.
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Embora ambos possam ser injetáveis, seus mecanismos e objetivos são distintos. É fundamental entender essa diferença para alinhar as expectativas com o tratamento correto.
Os preenchedores, geralmente à base de ácido hialurônico, têm como principal função repor volume em áreas específicas de forma imediata. Eles preenchem sulcos, como o bigode chinês, ou aumentam o volume dos lábios e maçãs do rosto. O efeito é visível logo após a aplicação, mas sua duração é mais curta.
Já os bioestimuladores não visam preencher, mas sim tratar a flacidez e melhorar a qualidade da pele a longo prazo. Eles fazem o corpo produzir o próprio colágeno, devolvendo a firmeza e a textura natural da pele com resultados muito mais duradouros do que os preenchimentos. O resultado não é imediato; ele é construído pelo próprio corpo ao longo de semanas e meses, promovendo uma aparência mais natural e rejuvenescida.
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O estímulo à produção de colágeno desencadeia uma série de melhorias na pele, que vão além de um simples efeito lifting. De fato, bioestimuladores fazem o corpo produzir o próprio colágeno, recuperando o volume e a firmeza da pele de maneira natural e duradoura. Os benefícios são progressivos e se complementam.
Este é o benefício mais conhecido. Ao criar uma nova malha de sustentação na derme, o bioestimulador aumenta a densidade da pele, tornando-a mais firme e combatendo a flacidez. O resultado é um contorno facial mais definido e uma pele corporal mais tonificada.
Muitas rugas, especialmente as estáticas (visíveis mesmo com o rosto em repouso), surgem pela perda de estrutura da pele. Ao restaurar o colágeno, o tratamento melhora essa estrutura interna, suavizando linhas finas e rugas em áreas como a face e o pescoço.
Uma pele rica em colágeno é mais viçosa, hidratada e com uma textura mais uniforme. Pacientes frequentemente relatam uma melhora no brilho e na suavidade da pele, além da redução da aparência de poros dilatados.
Como o rejuvenescimento ocorre pela produção do próprio colágeno do paciente, a melhora é gradual e muito natural, evitando a aparência de um procedimento artificial. Estudos (2025) indicam que bioestimuladores fazem o corpo produzir o próprio colágeno, recuperando o volume e a firmeza da pele de maneira natural e duradoura. Além disso, os efeitos são duradouros, podendo se estender por 18 a 24 meses, dependendo do organismo e do produto utilizado.
A versatilidade é outra grande vantagem dos bioestimuladores, que podem tratar a flacidez em diversas regiões, tanto faciais quanto corporais.
O tratamento é indicado para homens e mulheres que já apresentam sinais de flacidez de pele, de leve a moderada, e que desejam uma melhora natural e progressiva. É uma excelente opção para quem quer prevenir o agravamento da perda de firmeza.
Contudo, o procedimento não é recomendado para todos. As principais contraindicações incluem:
Por isso, uma avaliação detalhada com um dermatologista ou cirurgião plástico é fundamental para determinar se este é o tratamento mais adequado para você.
A paciência é um fator importante neste tratamento. Os primeiros sinais de melhora na qualidade da pele podem ser notados cerca de 30 a 45 dias após a primeira sessão. No entanto, o pico do efeito, com a melhora mais significativa da flacidez, geralmente ocorre entre 4 e 6 meses.
Os resultados são duradouros, pois o colágeno produzido permanece na pele. A durabilidade média varia entre 18 e 24 meses. Sessões de manutenção anuais ou bianuais podem ser recomendadas para preservar os benefícios a longo prazo.
A segurança e a eficácia do tratamento dependem diretamente da qualificação do profissional e da qualidade do produto. Busque sempre por médicos, como dermatologistas ou cirurgiões plásticos, com registro ativo em seus conselhos de classe (CRM) e especialização comprovada (RQE).
Durante a consulta, converse abertamente sobre suas expectativas. O profissional irá avaliar a sua pele, indicar o bioestimulador mais adequado para o seu caso e definir o número de sessões necessárias para alcançar o resultado desejado. Desconfie de preços muito abaixo da média e certifique-se de que o procedimento será realizado em um ambiente clínico adequado.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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