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Dores abdominais e vômitos são alguns dos sintomas de verminose em adultos

Os sintomas de verminose em adulto costumam ser acompanhados, na maioria das vezes, por profissionais da atenção primária à saúde. Clínicos gerais, médicos de família e comunidade e infectologistas são os especialistas que geralmente avaliam esse tipo de quadro, já que as manifestações iniciais costumam ser inespecíficas.
Dor abdominal, diarreia, gases, cansaço e anemia são sinais comuns a várias condições clínicas, o que faz com que a verminose nem sempre seja a primeira suspeita.
Segundo o Ministério da Saúde, as parasitoses intestinais continuam presentes no Brasil e em outros países em desenvolvimento.
Adultos também podem ser afetados, principalmente em contextos de saneamento básico inadequado ou alimentos contaminados. Reconhecer os sintomas de verminose em adulto é importante para evitar complicações e interromper o ciclo de transmissão.
Dores abdominais, diarreias, gases, cansaços e anemia recorrente são sintomas e sinais comuns de várias condições clínicas. Muitos deles podem ser sintomas de verminose em adultos, o que pode vir a dificultar o diagnóstico.
Pesquisas estimam que há uma forte prevalência de pessoas acometidas por verminoses no Brasil. Uma delas, realizada em 2014, apontava que pelo menos 7 milhões de brasileiros poderiam estar convivendo com algum tipo de infecção.
Outra (2021) trouxe dados que inspiram cuidados: ainda que a maioria dos infectados sejam adultos, os índices em crianças são um ponto de atenção.
Essa informação também é compartilhada pelo Ministério da Saúde. O órgão revela que as parasitoses intestinais continuam sendo presentes no Brasil e em outros países em desenvolvimento.
Ao perceber sinais persistentes ou recorrentes, o ideal é buscar avaliação médica. Nos hospitais da Rede Américas é possível encontrar diversos especialistas renomados, investigar as causas e solicitar exames. Um clínico geral poderá indicar o tratamento adequado, garantindo um cuidado seguro e eficaz.
Os sintomas de verminose podem variar de acordo com o tipo de parasita, a quantidade de vermes no organismo e a resposta imunológica do paciente. Em muitos casos, os sinais são leves, mas também podem evoluir para quadros mais complexos.
As manifestações gastrointestinais estão entre as mais frequentes. Incluem dor abdominal, diarreia, constipação intestinal, náuseas, vômitos, distensão abdominal e sensação de estufamento.
Parasitas como Ascaris lumbricoides e Giardia lamblia interferem diretamente na absorção de nutrientes, causando alterações no funcionamento do intestino. A giardíase, por exemplo, pode provocar fezes pastosas, perda de peso e intolerância temporária à lactose.
A coceira anal, principalmente no período noturno, é um sintoma clássico da oxiuríase, causada pelo Enterobius vermicularis. Esse desconforto ocorre porque o parasita deposita seus ovos na região perianal, o que provoca irritação local e pode afetar a qualidade do sono.
Alguns vermes apresentam fase pulmonar durante o seu ciclo de vida. Nesse período, o adulto pode apresentar tosse seca, chiado no peito e, em casos mais raros, falta de ar leve. Essa manifestação pode ocorrer em infecções por Ascaris lumbricoides, quando as larvas migram pelo sistema respiratório antes de retornar ao intestino.
Em infecções mais evidentes, pode ocorrer a eliminação de vermes vivos ou fragmentos nas fezes. Embora seja um sinal que causa preocupação, ele facilita a suspeita diagnóstica e a busca por atendimento médico.
Cansaço excessivo, fraqueza, dificuldade de concentração, irritabilidade e perda de apetite também estão entre os sintomas de verminose em adultos. Em algumas infecções, especialmente as causadas por ancilostomídeos, pode ocorrer anemia devido à perda crônica de sangue.
Muitas verminoses apresentam evolução benigna, mas algumas podem causar complicações importantes quando não diagnosticadas e tratadas adequadamente.
A cisticercose ocorre quando a pessoa ingere ovos da Taenia solium (tênia do porco). Essa condição pode atingir o sistema nervoso central, caracterizando a neurocisticercose. Os sintomas incluem convulsões, dores de cabeça persistentes, náuseas e alterações neurológicas, sendo considerada uma das formas mais graves de parasitose.
Quando a pessoa ingere ovos da Taenia solium (tênia do porco), ela pode ter seu sistema nervoso central comprometido. A neurocisticercose tem como sintomas convulsões, dores de cabeça persistentes, náuseas e alterações neurológicas severas.
Dada sua gravidade, ela é considerada uma parasitose que inspira maior atenção e cuidados. Uma das recomendações para evitar a infecção é cozinhar bem os alimentos, principalmente carnes suínas.
A ancilostomíase está associada à perda contínua de sangue pela mucosa intestinal. Com o tempo, essa doença isso pode levar à anemia ferropriva, manifestada por palidez, fraqueza, tontura e redução da capacidade física. A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (2026) destaca que esse quadro ainda é frequente em áreas com saneamento básico insuficiente.
As infecções por grande número de vermes podem causar obstrução intestinal. Esse quadro é considerado grave e exige avaliação médica imediata, podendo necessitar de internação hospitalar.
A dor abdominal é um dos sintomas de verminose em adultos mais relatados. Ela pode ser contínua ou intermitente e variar de leve a intensa. Em geral, está relacionada à inflamação da mucosa intestinal, à competição por nutrientes ou à movimentação dos parasitas no trato digestivo.
A Giardia lamblia é frequentemente associada ao aumento da produção de gases. Segundo o Ministério da Saúde (2024), esse parasita compromete a digestão e a absorção de gorduras e carboidratos, favorecendo a fermentação intestinal e a flatulência excessiva.
A investigação deve ser considerada quando os sintomas de verminose em adultos persistem por mais de alguns dias ou se repetem com frequência. Diarreia prolongada, dor abdominal sem causa definida, anemia inexplicada, coceira anal recorrente e perda de peso são sinais de alerta.
O exame parasitológico de fezes é o método mais utilizado para o diagnóstico. Em alguns casos, o médico pode pedir uma nova pode ser necessário repetir a coleta em dias diferentes para aumentar as chances de identificar o parasita.
O tratamento para verminose é feito com medicamentos antiparasitários específicos, prescritos de acordo com o agente causador. Albendazol, mebendazol, ivermectina (também usado no combate de piolhos) e metronidazol estão entre os princípios ativos mais utilizados, sempre sob orientação médica.
Além do uso da medicação, medidas de higiene são essenciais para evitar a reinfecção. Lavar as mãos com frequência, higienizar alimentos adequadamente e consumir água tratada são práticas recomendadas pelo Ministério da Saúde.
Os sintomas de verminose em adulto nem sempre são evidentes, mas podem causar impactos significativos na saúde quando ignorados. Ao perceber sinais frequentes, buscar avaliação com um clínico geral é o passo mais seguro para esclarecer a causa e iniciar o cuidado necessário.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
Chieffi, Pedro Paulo, et al. Vermes, verminoses e a saúde pública (2003). Disponível em: http://cienciaecultura.bvs.br/pdf/cic/v55n1/14854.pdf. Acesso em: 20 de jan de 2026.
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Ministério da Saúde (2024). Giardíase. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/giardiase. Acesso em: 20 de jan. de 2026.
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (2026). Parasitoses Intestinais. Disponível em: https://sbmfc.org.br/parasitoses-intestinais/. Acesso em: 20 de jan. de 2026.
CELESTINO, Ariel Oliveira et.al. Prevalence of intestinal parasitic infections in Brazil: a systematic review. 2021. Disponível: https://www.scielo.br/j/rsbmt/a/pwpgB7bMYcJGD4RWG5MdNrC/?format=html&lang=en. Acesso em: 22 jan. 2026.
FAPESP. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Revista Pesquisa Fapesp. Onde os cuidados são escassos. 2014. Disponível: https://revistapesquisa.fapesp.br/onde-os-dados-sao-escassos/. Acesso em: 22 jan. 2026.
Prefeitura do Rio de Janeiro. Teníase e Cisticercose. 2023. Disponível: https://vigilanciasanitaria.prefeitura.rio/zoonoses/teniase-e-cisticercose/. Acesso em: 22 jan. 2026.
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