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Dor de cabeça e febre fazem parte dos sintomas de dengue hemorrágica em criança

Reconhecer os sintomas de dengue hemorrágica em crianças é necessário para reduzir riscos e evitar complicações graves.
A dengue apresenta evolução diferente nas crianças. Elas podem manifestar sinais menos específicos no início e piorar de forma rápida, sobretudo na fase crítica da doença. Esse comportamento clínico exige atenção redobrada dos pais e responsáveis.
A identificação precoce dos sintomas de dengue hemorrágica em crianças permite intervenções mais seguras e melhores desfechos.
Diante de febre persistente, dor abdominal ou sangramentos, a avaliação com um pediatra garante acompanhamento adequado e monitoramento contínuo desde os primeiros sinais.
O cuidado começa com informação e acompanhamento médico. Agende sua consulta em um hospital da Rede Américas e saiba mais sobre prevenção da Dengue em crianças.
Os sintomas de dengue hemorrágica em crianças incluem manifestações iniciais semelhantes à dengue comum e sinais de agravamento que surgem após a queda da febre. Crianças menores podem não relatar dor de forma clara, o que dificulta o reconhecimento precoce.
Segundo estudo do Brazilian Journal of Infection and Health Sciences (2024), a apresentação clínica em crianças tende a ser mais difícil de ser diagnosticada no início, com rápida progressão em casos graves.
Na fase inicial, os sintomas costumam surgir de forma abrupta. Entre os mais frequentes estão:
Um estudo observacional realizado em instituições pediátricas latino-americanas (2024), relata que crianças com dengue podem apresentar irritabilidade intensa como principal sinal neurológico inicial, diferindo do padrão observado em adultos.
Leia também: Sintomas da dengue em crianças e populações vulneráveis
A fase crítica costuma ocorrer entre o terceiro e o sétimo dia da doença, geralmente após a redução da febre. Esse período representa o maior risco para evolução grave.
Os sinais de alerta incluem:
Estudos indicam (2024) que a maior parte das complicações em crianças ocorre nessa fase, muitas vezes quando há falsa percepção de melhora clínica.
A dengue se torna preocupante em crianças quando surgem sintomas de desidratação, sangramentos ou alterações do estado de consciência. Crianças menores de cinco anos apresentam risco maior devido à dificuldade de expressar sintomas e à menor reserva fisiológica.
Segundo informações publicadas no Brazilian Journal of Infection and Health Sciences (2024), a queda progressiva de plaquetas associada ao aumento do hematócrito representa um marcador importante de gravidade em crianças hospitalizadas.
A evolução para dengue hemorrágica está relacionada a uma resposta imunológica exacerbada. Crianças previamente infectadas por outro sorotipo do vírus apresentam maior risco de reação inflamatória intensa.
De acordo com o estudo Complicações Hemorrágicas da Dengue: análise dos distúrbios de coagulação (2024), a amplificação dependente de anticorpos favorece o aumento da permeabilidade vascular, levando a extravasamento de líquidos e sangramentos.
Fatores como idade, estado nutricional e presença de doenças prévias também influenciam a progressão.
A prevenção envolve ações individuais e coletivas. As principais medidas incluem:
O estudo As repercussões neurológicas do vírus da DENGUE em crianças: uma análise da incidência e prognóstico em comparação com complicações cardiovasculares (2024), mostrou que ações de prevenção domiciliar reduziram significativamente a incidência de dengue em áreas urbanas com grande concentração de crianças.
Mudanças na temperatura corporal como febre alta persistente ou outros sinais de alerta, devem ser avaliados. O acompanhamento pediátrico permite monitoramento clínico e laboratorial adequado, reduzindo o risco de evolução grave.
Pediatras especializados realizam avaliação completa, acompanhamento contínuo e encaminhamento hospitalar quando necessário, oferecendo segurança desde o início dos sintomas até a recuperação.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
Leal, Luana Cabral Leão et al. Eficácia da Vacinação Contra a Dengue em Crianças e Adolescentes Uma Análise Crítica. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, n. 10, p. 885-891, 2024. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/3864. Acesso em 14 de jan. de 2026.
Serikaca, N. T. F., et al. As repercussões neurológicas do vírus da DENGUE em crianças: uma análise da incidência e prognóstico em comparação com complicações cardiovasculares. Cuadernos de Educación y Desarrollo. Disponível em: https://ojs.cuadernoseducacion.com/ojs/index.php/ced/article/view/6502. Acesso em: 14 jan. 2026.
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LN Favero, et al. Complicações Hemorrágicas da Dengue: análise dos distúrbios de coagulação. Hematology, Transfusion and Cell Therapy. (2024). Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2531137924006060. Acesso em 14 de jan. de 2026.
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