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Para diretor da rede, as certificações simbolizam o trabalho das equipes internas e trazem segurança para os pacientes

Em 2026, a Rede Américas chegou a um marco que poucos sistemas hospitalares privados do Brasil conseguiram atingir: 90% das suas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) avaliadas receberam certificação de excelência clínica e eficiência operacional da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Esse resultado coloca a rede, segunda maior rede hospitalar privada do país, em uma posição de clara liderança nacional na qualidade da assistência intensiva.
A certificação da AMIB é concedida a hospitais e redes hospitalares com base nas matrizes de eficiência do sistema Epimed Monitor, referência brasileira em monitoramento de UTIs.
Não se trata de um reconhecimento simbólico: as unidades são avaliadas por dados reais de desempenho clínico, mortalidade ajustada à gravidade dos pacientes e uso eficiente dos recursos assistenciais.
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O programa UTIs Brasileiras é uma iniciativa da AMIB com a Epimed Solutions e está ativo desde 2015. Reconhecido como o maior banco de dados epidemiológicos de leitos de UTIs do mundo, ele monitora continuamente taxas de ocupação, número de leitos, desfechos clínicos e evolução na recuperação de pacientes, construindo o perfil epidemiológico das UTIs no Brasil.
Para participar da avaliação, as unidades precisam usar o sistema de monitoramento durante todo o ano, cumprir volume mínimo de internações e garantir o preenchimento confiável dos dados clínicos.
A avaliação considera dois aspectos simultaneamente: qualidade clínica e eficiência operacional. Os principais indicadores são a mortalidade ajustada ao risco dos pacientes, que permite medir o desempenho clínico real de cada unidade, e o tempo de permanência na UTI ajustado à gravidade dos casos, que reflete o uso eficiente dos recursos assistenciais.
As UTIs são avaliadas de acordo com o perfil dos pacientes que atendem, separadas entre unidades gerais e cardiológicas.
Do total de UTIs certificadas, 70% conquistaram o selo Top Performer, a categoria máxima do programa, concedida exclusivamente às unidades que apresentam os melhores resultados clínicos entre todas as participantes do levantamento.
Na classificação Top Performer Geral, 75% das UTIs avaliadas da Rede Américas foram reconhecidas. Na especialidade cardiológica, 70% das unidades receberam o selo Top Performer Cardio, o que evidencia a excelência clínica também em áreas de alta complexidade, como cirurgias cardíacas, tratamento de infarto e insuficiência cardíaca grave.
A categoria Eficiente, que reconhece unidades com desempenho assistencial sólido e gestão equilibrada de leitos, registrou crescimento de 50% em relação ao ciclo anterior. Um dado que, na prática, representa melhora direta na qualidade dos cuidados oferecidos aos pacientes internados.
A análise regional mostra que a excelência da Rede Américas não está concentrada em um único estado.
Rio de Janeiro e São Paulo lideram em volume absoluto de certificações, com 23 e 21 UTIs reconhecidas, respectivamente, mas o dado que chama atenção está no Distrito Federal: das 8 UTIs certificadas na região, 7 receberam o selo Top Performer Geral, o maior índice proporcional de todo o levantamento.
Bahia, Pernambuco e Maranhão também aparecem no resultado, com certificações em desempenho geral e em especialidades. Esse reconhecimento significa que a qualidade assistencial reconhecida pela AMIB está presente de forma consistente nas diferentes regiões onde a rede atua e não apenas nos grandes centros.
Para o diretor médico da Rede Américas, Carlos Loja, o avanço reflete uma mudança estrutural na gestão hospitalar da rede.
“O avanço das certificações reflete um movimento consistente de amadurecimento da gestão hospitalar, com foco cada vez maior em desfechos clínicos, segurança do paciente e uso eficiente de recursos. Esse reconhecimento é resultado direto do trabalho das equipes e da adoção de protocolos assistenciais baseados em evidências”, afirma o diretor médico da Rede Américas, Carlos Loja.
Protocolos mais rigorosos, investimento em tecnologia e capacitação contínua das equipes multidisciplinares formam a base dessa evolução. O crescimento na categoria Top Performer em relação ao ciclo anterior indica que esse avanço não foi pontual: é um processo que se consolida a cada ciclo avaliativo.
Hospitais como Nove de Julho, Samaritano Higienópolis, São Lucas e Hospital Brasília integram o grupo de unidades certificadas, com desempenho clínico e eficiência operacional reconhecidos pela AMIB.
Mas o que este resultado comunica vai além dos nomes: ele mostra que a Rede Américas construiu um padrão de qualidade que se replica nas suas UTIs de norte a sul do país.
Para o paciente que chega a uma dessas unidades em situação crítica, essa certificação tem um significado concreto: ele está sendo tratado em uma estrutura avaliada, monitorada e reconhecida pelos melhores indicadores da medicina intensiva brasileira.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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