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Descubra se o uso do antibiótico é seguro durante a lactação e quais cuidados são indispensáveis para a saúde da mãe e do bebê

A dor de garganta chega sem avisar, justo quando a rotina com o bebê parecia ter entrado nos eixos. O diagnóstico médico aponta para uma infecção bacteriana e a receita indica amoxicilina.
Imediatamente, a principal dúvida surge: quem amamenta pode tomar amoxicilina? Esse questionamento é comum e muito pertinente, refletindo o cuidado materno com a saúde do lactente. Os hospitais da Rede Américas oferecem atendimento especializado para mães que amamentam.
A amoxicilina é um dos antibióticos mais estudados e classificados como de baixo risco durante a lactação. O seu uso é considerado compatível com o aleitamento materno. Inclusive, o Ministério da Saúde a classifica como um medicamento com perfil de segurança e eficácia já bem estabelecido.
É importante notar que, embora o perfil de segurança seja amplamente reconhecido, alguns estudos específicos, como os que medem a concentração do medicamento no sangue, podem não incluir mulheres amamentando. Isso significa que nem todas as pesquisas fornecem dados diretos sobre a segurança em todos os cenários da lactação, o que sublinha a importância da orientação médica individualizada.
A medicação pertence à classe das penicilinas, amplamente utilizada para tratar diversas infecções bacterianas. Quando a mãe ingere o antibiótico, ele é absorvido, age no organismo e uma fração mínima é excretada no leite.
Estudo publicado na Nutrients, em 2024, sugere que a amoxicilina tem um efeito limitado na microbiota do próprio leite materno. O que indica que seu uso pela mãe não deve causar grandes desequilíbrios na flora intestinal do bebê através do leite.
Embora o risco seja baixo, é importante que a mãe esteja atenta a qualquer alteração no comportamento ou na saúde do bebê. A sensibilidade a medicamentos varia de criança para criança. Os efeitos mais comuns, ainda que raros e geralmente leves, incluem:
O monitoramento ativo é a chave para um tratamento tranquilo. Ao iniciar o uso de amoxicilina, observe seu filho com atenção nos primeiros dias. Fique de olho em sinais específicos para garantir que tudo corre bem.
Na maioria dos casos, nenhum desses sinais aparece. Contudo, estar informada sobre eles permite uma ação rápida e eficaz, garantindo o bem-estar da criança.
A combinação de amoxicilina com clavulanato de potássio, um medicamento frequentemente prescrito para infecções mais resistentes, também é considerada segura durante a amamentação.
O clavulanato ajuda a potencializar a ação do antibiótico, mas, assim como a amoxicilina isolada, sua passagem para o leite materno é mínima. As mesmas recomendações de monitoramento do bebê são válidas. A possibilidade de diarreia pode ser ligeiramente maior com essa associação, mas ainda é um evento pouco frequente.
A amoxicilina é frequentemente a primeira escolha justamente por seu perfil de segurança. No entanto, existem outras classes de antibióticos, como as cefalosporinas (ex: cefalexina), que também são compatíveis com a amamentação.
A decisão sobre qual medicamento utilizar depende do tipo de infecção, do histórico de saúde da mãe e de possíveis alergias. Por isso, a avaliação médica é indispensável. É fundamental que o profissional saiba que a paciente está amamentando para fazer a escolha mais segura e eficaz para a mãe e o bebê.
Continuar amamentando durante o tratamento de uma infecção materna é, na maioria das vezes, não apenas seguro, mas também recomendado. O leite materno continua oferecendo nutrição e proteção imunológica ao bebê.
Para garantir a segurança, siga estas orientações:
Tratar a infecção da mãe é fundamental para sua própria saúde e, consequentemente, para que ela possa cuidar bem do seu filho. Com a orientação correta, é perfeitamente possível fazê-lo sem interromper a amamentação.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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