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A gestação é um período delicado e existem remédios que não são indicados

A gestação é uma fase de muitas mudanças para as mulheres. O funcionamento dos órgãos muda, os hormônios se alteram e o metabolismo trabalha de forma diferente para sustentar o desenvolvimento do bebê.
É durante esse período que situações simples do dia a dia, como o uso de medicamentos, precisam ser avaliadas com mais cuidado. O acompanhamento desse tipo de quadro clínico é feito pelo ginecologista obstetra, profissional responsável por orientar a gestante em todas as etapas da gestação. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Não existe um medicamento específico que seja considerado o mais forte ou mais perigoso para gestantes. O risco depende do princípio ativo, da quantidade utilizada e do período da gravidez. Alguns medicamentos são classificados como de alto risco porque podem causar alterações no desenvolvimento do bebê.
As substâncias com ação direta sobre a divisão celular ou sobre o sistema hormonal merecem atenção máxima. Por isso, a pergunta sobre que remédio grávida não pode tomar de jeito nenhum deve sempre considerar o contexto clínico e a avaliação médica individual.
Você sabia que alguns medicamentos podem interferir diretamente na gestação? Uma pesquisa publicada pela Research, Society and Development (2021), apontou que fármacos utilizados no tratamento de câncer, doenças autoimunes ou em terapias específicas podem apresentar riscos para o feto.
Um exemplo bastante conhecido é o metotrexato, que impede a multiplicação celular e, por isso, não deve ser utilizado durante a gravidez ou por mulheres que estejam tentando engravidar.
Durante a gravidez, alguns medicamentos apresentam riscos elevados para o desenvolvimento gestacional, por isso, são considerados contraindicados em qualquer fase da gravidez.
Certas substâncias podem causar malformações, alterações funcionais ou complicações graves para o feto. Por esse motivo, o uso deve ser evitado, salvo em situações muito específicas e sempre com avaliação médica especializada.
Entenda quais são os principais medicamentos proibidos na gravidez.
A presença desses medicamentos na rotina de tratamento exige atenção redobrada, principalmente em mulheres em idade fértil. A partir desse entendimento, é importante saber também quais opções podem ser consideradas mais seguras durante essa fase.
Muitos medicamentos podem ser utilizados durante a gravidez, desde que haja indicação médica. O paracetamol costuma ser considerado uma opção mais segura para dor e febre, quando usado na dose correta. Contudo, pesquisas recentes também alertam sobre os riscos quando usado em exagero.
O Ministério da Saúde reforça que nenhum medicamento é totalmente isento de risco e que a avaliação deve ser sempre individual.
Além dos medicamentos prescritos em consultas médicas, a gestante também precisa redobrar a atenção aos produtos de uso comum no dia a dia. Muitos deles são vistos como inofensivos, estão facilmente disponíveis em farmácias e costumam ser utilizados sem orientação profissional.
A maioria dos antigripais combinam diferentes substâncias, como descongestionantes nasais, que podem aumentar a pressão arterial e comprometer a circulação da placenta. O uso sem orientação médica não é recomendado.
Os primeiros meses de gestação costumam ser os mais delicados. É quando ocorre a formação dos principais órgãos do bebê. A exposição a medicamentos nesse momento pode aumentar o risco de malformações, conforme apontam estudos acadêmicos brasileiros.
Qualquer sintoma, mesmo que pareça simples, deve ser avaliado pelo ginecologista. Somente um médico especialista pode indicar o tratamento mais seguro para cada fase da gravidez.
A dipirona é um analgésico bastante utilizado no Brasil, mas é importante que o uso seja avaliado caso a caso. O risco depende da dose, do tempo de uso e do estágio da gestação. Como vimos, mesmo os medicamentos comuns entram na lista de dúvidas sobre que remédio grávida não pode tomar de jeito.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
Use of methotrexate as a predictor for fetal malformations. Research, Society and Development, 2021. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/17131. Acesso em: 28 jan. 2026.
Analysis of irrational use of medication during pregnancy and its potential risks: An integrative review. Research, Society and Development, 2023.. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/42379. Acesso em: 28 jan. 2026.
Ministério da Saúde. Saúde de A a Z. Gravidez. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gravidez. Acesso em: 28 jan. 2026.
Carvalho Filho, G. P. S. D., et al. (2024). Uso do paracetamol durante a gravidez e o desenvolvimento neurológico infantil. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/4205. Acesso em: 28 de jan de 2026.
Borges, Iara Farias. Rádio Senado. Especialistas alertam sobre os riscos do uso do paracetamol em gestantes (2022). Disponível em: https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2022/12/15/especialistas-alertam-sobre-riscos-do-uso-do-paracetamol-em-gestantes. Acesso em: 28 de jan de 2026.
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