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A infecção urinária resistente acontece com bactérias mais difíceis de eliminar; sintomas como dor e ardência ao urinar podem durar mais tempo ou voltar

O melhor antibiótico para infecção urinária resistente é escolhido por exame de cultura e antibiograma, que identificam a bactéria causadora e mostram quais remédios ainda podem eliminá-la. O tratamento varia conforme a bactéria e o histórico de saúde do paciente.
A resistência das bactérias representa um dos maiores problemas de saúde do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que infecções por bactérias resistentes provoquem cerca de 1,27 milhão de mortes por ano.
No caso da infecção urinária, o uso inadequado de remédios ou a reutilização de sobra de um tratamento anterior pode mascarar os sintomas e deixar o quadro mais grave. O Ministério da Saúde alerta que a escolha errada do medicamento elimina só as bactérias fracas, deixando as resistentes livres para se multiplicarem no sistema urinário.
Clínicos gerais são os médicos que podem fazer o diagnóstico da infecção urinária resistente e indicar o melhor antibiótico para o tratamento. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A infecção urinária resistente é uma infecção do sistema urinário causada por bactérias que não são eliminadas pelos antibióticos comuns. Em infecções comuns, os remédios matam as bactérias, mas na resistente eles não funcionam porque a bactéria continua viva.
Esse tipo de quadro acontece quando a bactéria encontra maneiras de se proteger contra o remédio. Estudos da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostram que essas mudanças permitem que a bactéria continue viva, tornando o tratamento comum inútil.
Por isso, o remédio que foi prescrito no começo do tratamento não resolve o problema. O médico precisa de exames específicos, como cultura e antibiograma, para descobrir qual antibiótico ainda consegue matar a bactéria que está causando a infecção.
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Os sintomas da infecção urinária resistente são parecidos com os de uma infecção urinária comum, mas costumam durar mais ou voltar depois do uso de remédios. Em alguns casos, os sinais melhoram e depois voltam, indicando que a bactéria não foi totalmente eliminada.
Entre os principais sinais do quadro, estão:
A presença de um ou mais desses sintomas mostra que a infecção precisa de um cuidado médico ainda mais próximo, pois só exames específicos podem indicar se a bactéria é resistente e qual antibiótico vai funcionar de verdade.
Quando a infecção urinária não melhora com os antibióticos que foram receitados no primeiro atendimento, o médico indica remédios mais específicos ou em doses diferentes.
A escolha depende dos exames de cultura e antibiograma, que mostram qual antibiótico ainda consegue eliminar a bactéria. E mesmo quando um remédio funciona, é importante que o médico defina qual usar e a dose certa.
Alguns antibióticos podem ser tomados só uma vez, e a fosfomicina trometamol é um exemplo. Ela age direto na bactéria e é usada em infecções urinárias do trato baixo, quando o exame mostra que o remédio ainda funciona. Esse tratamento é considerado simples, mas só deve ser feito com orientação do médico.
Quando os remédios comuns não funcionam, o médico pode prescrever antibióticos por alguns dias. A nitrofurantoína é usada em alguns casos de infecção urinária resistente. Outros remédios mais fortes, como ciprofloxacino e levofloxacino, podem ser necessários quando a bactéria é mais difícil de eliminar.
Em qualquer caso, todos os remédios exigem acompanhamento médico para evitar efeitos colaterais e não deixar a bactéria ainda mais resistente.
Alguns medicamentos não matam a bactéria, mas ajudam a aliviar dor, a ardência e o desconforto ao urinar enquanto o antibiótico age. A fenazopiridina é um exemplo, ela mas ela não substitui o antibiótico e só deve ser usada com orientação médica.
O remédio certo e a forma de usar dependem da bactéria e de como o paciente reage ao tratamento. Só o médico pode escolher o medicamento que pode eliminar a infecção e evitar que a bactéria fique mais resistente e cause complicações.
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O melhor antibiótico para infecção urinária resistente depende da bactéria e do resultado do exame de cultura e antibiograma. Não existe um remédio que funcione para todo mundo, porque cada bactéria reage de forma diferente aos medicamentos.
A fosfomicina trometamol pode ser usada em infecção urinária do trato baixo quando a bactéria ainda é sensível. Ela age direto na bactéria e pode ser tomada em dose única, sempre com orientação médica.
Outros antibióticos, como nitrofurantoína, ciprofloxacino e levofloxacino, podem ser indicados dependendo da resistência da bactéria e do histórico de saúde do paciente.
O Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) reforçam que só o médico pode escolher o remédio, a dose e o tempo do tratamento, para fazer com que a infecção tenha mais chances de ser eliminada.
Mesmo que os sintomas melhorem, parar o remédio ou mudar a dose por conta própria pode deixar a infecção ainda mais resistente e causar problemas nos rins. Por isso, o acompanhamento médico é considerado indispensável durante todo o tratamento.
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Todos os antibióticos usados para tratar infecção urinária resistente podem causar reações no corpo. A intensidade e o tipo de efeito variam de acordo com o medicamento e com a sensibilidade de cada pessoa.
No geral, os efeitos dos remédios podem ser:
Mesmo que os efeitos colaterais incomodem, o paciente nunca deve parar de tomar o remédio por conta própria. Qualquer sintoma diferente deve ser informado ao médico, que pode ajustar a dose ou indicar cuidados extras sem interromper o tratamento.
Tratar uma infecção urinária resistente não é só tomar o remédio prescrito pelo médico, já que o paciente deve seguir algumas orientações que ajudam o tratamento a funcionar melhor, como:
É importante continuar vendo o médico durante todo o tratamento. Só ele pode dizer se o remédio está funcionando, perceber se algo está errado e orientar qualquer ajuste. Sempre que surgir dúvida ou se os sintomas mudarem, procure o médico!
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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