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Entenda por que frutas não são a fonte ideal deste nutriente e descubra onde realmente encontrá-lo para manter a saúde em dia.

Você está no supermercado, enchendo o carrinho com alimentos coloridos e saudáveis, e se pergunta como pode otimizar ainda mais sua nutrição. A vitamina D está na sua mente, mas a busca por fontes naturais pode levar a uma dúvida comum: qual fruta seria a melhor escolha para obter esse nutriente?
Se você deseja fazer uso da vitamina D, é importante consultar um nutrólogo para saber o quantitativo ideal para as suas necessidades. Na Rede Américas você encontra médicos em todo o Brasil.
A resposta direta é não. De maneira geral, frutas não são consideradas fontes de vitamina D. De fato, frutas, vegetais, arroz e massas não contêm vitamina D.
Essa vitamina é lipossolúvel, o que significa que se dissolve em gordura, e sua produção e armazenamento no corpo e nos alimentos seguem rotas biológicas muito específicas, que não ocorrem na maioria das plantas. As fontes primárias são a exposição à luz solar e o consumo de certos alimentos de origem animal.
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O abacate é a exceção que frequentemente aparece em discussões sobre o tema. De fato, ele contém uma pequena quantidade de vitamina D, mas é importante entender que esses níveis são considerados baixos e insuficientes para atender às recomendações diárias de um adulto.
Para contextualizar, seria necessário consumir uma quantidade muito grande de abacates para se aproximar da dose de vitamina D encontrada em uma única porção de salmão. Portanto, embora seja um alimento nutritivo e rico em gorduras saudáveis, o abacate não deve ser visto como uma fonte primária para corrigir ou manter os níveis de vitamina D.
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A principal forma de vitamina D que nosso corpo utiliza é a D3 (colecalciferol), sintetizada na pele quando exposta aos raios ultravioleta B (UVB) do sol a partir de um precursor do colesterol. Fontes animais, como peixes, acumulam essa vitamina em seus tecidos gordurosos.
A vitamina D3, ou colecalciferol, é a forma que o corpo humano utiliza mais eficientemente. É produzida principalmente na pele por meio da radiação solar.
Alimentos como peixes, fígado bovino, ovos e laticínios de origem animal também contêm essa vitamina. As plantas, por sua vez, contêm um esterol diferente, o ergosterol. Quando expostos à luz UV, alguns vegetais, como os cogumelos, podem produzir vitamina D2 (ergocalciferol). Embora a D2 também seja utilizada pelo corpo humano, estudos indicam que a D3 é mais eficaz em elevar e manter os níveis sanguíneos da vitamina.
Para garantir níveis adequados deste nutriente vital, é importante focar nas fontes comprovadamente eficazes. Elas se dividem em três categorias principais.
A maneira mais eficiente de obter vitamina D é através da síntese cutânea. A exposição direta da pele ao sol por períodos curtos, fora dos horários de pico (antes das 10h e após as 16h), é geralmente suficiente.
A luz solar, especialmente os raios UV-B, é fundamental para essa síntese, sendo a forma principal de aquisição de vitamina D. Fatores como latitude, estação do ano, cor da pele e uso de protetor solar influenciam diretamente essa produção. É fundamental buscar um equilíbrio para evitar os riscos associados à exposição solar excessiva.
A dieta pode complementar a produção de vitamina D, especialmente em períodos de baixa exposição solar. As fontes mais ricas são, em sua maioria, de origem animal:
A indústria alimentícia costuma adicionar vitamina D a certos produtos para ajudar a população a atingir as metas nutricionais. Verifique os rótulos de itens como:
A vitamina D desempenha funções cruciais no organismo, indo muito além da saúde óssea. Ela é essencial para:
A deficiência de vitamina D é uma condição comum, mas que pode passar despercebida. Alguns sinais de alerta incluem cansaço persistente, dores ósseas e musculares, fraqueza e alterações de humor. Grupos de risco incluem idosos, pessoas com baixa exposição solar, indivíduos de pele mais escura e pessoas com condições que afetam a absorção de gordura.
Se você suspeita que seus níveis estão baixos ou pertence a um grupo de risco, o caminho correto é procurar avaliação médica. Um profissional de saúde poderá solicitar exames de sangue para confirmar o diagnóstico e, se necessário, indicar a suplementação adequada e segura.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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