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Este corticoide de ação rápida é uma ferramenta essencial em emergências médicas para controlar reações graves e inflamações agudas.

Você chega ao pronto-socorro com uma reação alérgica que avança rapidamente, causando inchaço e dificuldade para respirar. Em situações como essa, em que uma resposta rápida e potente do organismo é necessária, a equipe médica pode optar pela aplicação de dexametasona injetável. Esse medicamento é uma ferramenta crucial na medicina de urgência.
Clínicos gerais são os médicos que podem acompanhá-lo em um primeiro momento para a detecção do quadro. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A dexametasona é um tipo de corticoide, mais especificamente um glicocorticoide sintético. Ela pertence ao grupo dos medicamentos anti-inflamatórios esteroides. Isso significa que a dexametasona imita a ação de hormônios produzidos naturalmente pelas glândulas suprarrenais, que regulam diversas funções no corpo, incluindo a resposta a inflamações e ao estresse.
A principal função da dexametasona é controlar inflamações graves. Ela funciona como um potente anti-inflamatório ao se ligar a receptores específicos no corpo, ativando um processo que controla a inflamação e reduz a produção de radicais livres, moléculas que causam danos às células.
O medicamento também atua diminuindo a atividade das células de defesa e bloqueando as substâncias que causam inchaço e dor, conferindo-lhe um potente efeito anti-inflamatório e imunossupressor.
A versão injetável da dexametasona é amplamente utilizada para tratar doenças inflamatórias agudas e crônicas. Ela é reservada para quadros que exigem um controle rápido e intenso de processos inflamatórios ou alérgicos, ou quando a administração oral não é possível.
Sua aplicação intravenosa, por exemplo, permite que o medicamento atinja a corrente sanguínea e comece a agir em poucos minutos.
As principais indicações incluem:
A administração da dexametasona injetável é realizada exclusivamente por um profissional de saúde, pois a via de aplicação depende da urgência e da condição a ser tratada.
Existem duas formas principais:
A velocidade de ação é um dos principais motivos para a escolha da via injetável. Quando administrada por via intravenosa, o início do efeito pode ser percebido em questão de minutos. Já na aplicação intramuscular, o medicamento geralmente começa a agir dentro de uma hora.
É importante lembrar que a duração do efeito também varia, mas geralmente uma única dose pode manter a ação anti-inflamatória por um período significativo, o que é avaliado pelo médico para definir a continuidade do tratamento.
Como todo corticoide potente, a dexametasona pode causar efeitos colaterais. Em aplicações únicas ou de curto prazo, como as que ocorrem em emergências, os riscos são menores. No entanto, alguns efeitos agudos podem incluir aumento da glicemia (açúcar no sangue), elevação da pressão arterial, retenção de líquidos, insônia ou agitação.
O uso prolongado de corticosteroides está associado a efeitos mais sérios, como aumento do risco de infecções, ganho de peso, fragilidade da pele e dos ossos (osteoporose) e alterações de humor. Por essa razão, o tratamento é sempre feito sob estrita supervisão médica.
A dexametasona é contraindicada para pacientes com infecções fúngicas sistêmicas e para aqueles com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula. O médico deve ser informado sobre qualquer condição de saúde preexistente, como diabetes, hipertensão, problemas cardíacos, úlceras ou infecções ativas, antes da administração.
Essa é uma dúvida comum. Embora a dexametasona tenha um forte efeito anti-inflamatório que pode aliviar dores de origem inflamatória, como em algumas condições da coluna, seu uso deve ser criterioso. A automedicação é perigosa, pois a dor pode ter causas que não se beneficiam do corticoide ou até pioram com ele.
No caso de gripes e resfriados, causados por vírus, o uso de um imunossupressor como a dexametasona não é recomendado. Suprimir o sistema imunológico pode dificultar a capacidade do corpo de combater a infecção viral. O seu uso só é considerado em casos específicos de complicações inflamatórias graves, sempre sob prescrição médica.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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