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Campanha Setembro em Flor estimula a adoção de ações diárias para prevenir cânceres ginecológicos
Imersas na rotina profissional, doméstica e pessoal, muitas mulheres acabam deixando de lado os cuidados com a saúde feminina. A campanha Setembro em Flor tem o objetivo de conscientizar a sociedade da importância de manter em dia as consultas médicas e os exames de rotina feminino para detectar precocemente e até prevenir os cânceres ginecológicos.

Continue a leitura para saber quais são os exames de rotina feminino e a importância deles para que a saúde da mulher esteja sempre cuidada.
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) de 2019, 51,8% da população brasileira é composta por mulheres. Apesar de serem maioria, as políticas de saúde da mulher são bastante recentes – 1984 –, e, até a década de 1950, a atenção era voltada especificamente para questões relacionadas com a gestação e o parto.
Dos anos 1970 para cá, o entendimento sobre saúde da mulher começou a ser ampliado e tornou-se o que conhecemos hoje: implementação de políticas de saúde sexual, além de conscientização, prevenção e tratamento das diversas doenças que atingem esse público.
Os exames de rotina feminina são exames médicos realizados periodicamente para monitorar a saúde da mulher, detectar precocemente problemas e doenças, e garantir um acompanhamento adequado ao longo da vida.
A recomendação sobre quais exames fazer e com que frequência pode variar conforme a idade, histórico médico e fatores de risco individuais, mas alguns exames de rotina são amplamente recomendados.
Segundo a Dra. Daniela Selano, coordenadora da Obstetrícia da Rede Américas, os principais exames de rotina feminina são:
A especialista explica que diversos quadros podem ser tratados, desde que descobertos a tempo, já que o diagnóstico precoce proporciona maior chance de cura.
Os cânceres ginecológicos podem ser evitados pela adoção de alguns cuidados:
Os principais fatores de risco para o câncer de mama são imutáveis, sendo:
Também é possível relacioná-lo com aspectos como gravidez tardia, tratamento de reposição hormonal, ausência de filhos biológicos e menopausa após os 55 anos. Entre as causas externas estão:
“Embora os fatores genéticos não sejam modificáveis, os motivos externos podem ser prevenidos por meio da prática de atividades físicas, da adoção de uma dieta equilibrada e do combate ao alcoolismo e ao tabagismo\", completa a Dra. Daniela.
Com as mudanças sociais dos últimos anos, muitas mulheres têm optado pela maternidade por volta dos 35 anos, depois de já conquistar certa estabilidade profissional.
A dica da médica é que “aquelas que desejam ser mães um pouco mais tarde, por volta dos 30 anos, devem consultar seu médico para verificar a reserva ovariana e avaliar a possibilidade de congelamento de óvulos, visto que, aos 35, a qualidade ovariana já começa a diminuir\".
Aqui na Rede Américas, você encontra espaços dedicados à saúde da mulher, onde você pode fazer seus exames de rotina feminino com o melhor atendimento com médicos que oferecem consultas com atendimento humanizado.
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