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Dor no quadril: causas e quando procurar ajuda médica

A postura nas atividades do dia a dia pode ser um gatilho; conheça os sinais de que é hora de procurar um especialista

Sentir dor no quadril pode transformar até as tarefas mais simples em um desafio, interferindo na rotina e na qualidade de vida.

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Essa sensação incômoda, que pode variar de uma leve pontada a uma dor persistente, geralmente está relacionada ao desgaste das articulações, lesões ou problemas na coluna.  Seja qual for o caso, entender as causas e saber quando buscar ajuda médica é essencial para evitar complicações.

Principais causas da dor no quadril

A dor no quadril pode ser resultado de diversas condições. Entre as mais comuns, destacam-se:

  • Bursite trocantérica: inflamação da bursa localizada na lateral do quadril, resultando em dor ao deitar sobre o lado afetado ou ao realizar movimentos específicos.​
  • Artrite e artrose: condições degenerativas que afetam as articulações, causando dor, rigidez e redução da mobilidade. A artrose, em particular, é comum em idosos devido ao desgaste natural das articulações.​
  • Tendinite: inflamação dos tendões ao redor da articulação do quadril, geralmente causada por esforço excessivo, movimentos repetitivos ou lesões. Os sintomas incluem dor localizada, rigidez e dificuldade para movimentar a perna. ​
  • Fratura por estresse: são pequenas fissuras nos ossos, frequentemente resultantes de atividades repetitivas ou aumento súbito na intensidade dos exercícios. Atletas profissionais e até amadores estão entre os mais afetados. A dor costuma ser localizada e piora com a atividade física. ​
  • Impacto femoroacetabular (IFA): ocorre quando há um contato anormal entre a cabeça do fêmur e o acetábulo, levando a dor e limitação dos movimentos. Essa condição pode predispor ao desenvolvimento de artrose no quadril. ​
  • Lesões musculares e tendíneas: esforços repetitivos ou movimentos bruscos podem causar estiramentos ou rupturas musculares, levando a dor e dificuldade de movimentação.

Sintomas comuns relacionados à dor no quadril

Além da dor propriamente dita, outros sintomas podem surgir, como:

  • Rigidez articular, ou seja, sensação de dificuldade para mover a articulação, especialmente após períodos de repouso.;
  • Inchaço e aumento da sensibilidade ao toque na região afetada.;
  • Dor que irradia da região do quadril para a coxa ou até mesmo para o joelho;
  • Sons de estalos ou sensação de atrito ao movimentar a articulação;
  • Diminuição da força nos músculos ao redor do quadril, dificultando atividades cotidianas.

Quando a dor no quadril precisa ser investigada?

Alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica:

  • Desconforto que dura mais de uma semana sem melhora significativa;
  • Dificuldade para realizar atividades diárias, como caminhar, subir escadas ou levantar-se de cadeiras;
  • Dor que interfere no sono ou piora durante a noite;
  • Se a dor surgiu após uma queda, impacto ou movimento brusco;
  • Presença de inchaço, vermelhidão ou calor na região do quadril.​

Nesses casos, uma avaliação médica é essencial para diagnosticar a causa e iniciar o tratamento o quanto antes.

Exames realizados para diagnosticar dor no quadril

A avaliação inicial geralmente envolve um exame clínico, onde o médico avalia a amplitude de movimento, a sensibilidade da região e a força muscular.
Para identificar a origem da dor no quadril, o médico pode solicitar um ou mais exames de imagem como o raio x, que avalia alterações ósseas, como fraturas ou sinais de artrose; a ressonância magnética, que traz imagens detalhadas dos tecidos moles, sendo útil na identificação de lesões musculares, tendíneas e ligamentares ou ainda uma ultrassonografia, para visualizar inflamações em bursas e tendões.
Em casos mais complexos, o profissional pode solicitar uma tomografia computadorizada, que traz imagens precisas das estruturas ósseas.

Tratamentos mais eficazes para dor no quadril

O tratamento varia conforme a causa, mas geralmente inclui fisioterapia, ou seja, exercícios para fortalecer músculos, melhorar a mobilidade e corrigir eventuais desequilíbrios e o uso de medicamentos, como anti-inflamatórios e analgésicos, para controle da dor e inflamação. Em alguns casos, podem ser necessárias infiltrações com corticoides na articulação para aliviar a dor. 
Quando os tratamentos conservadores não são suficientes ou em casos de lesões mais graves – como uma fratura por estresse não tratada ou impacto femoroacetabular severo – procedimentos cirúrgicos podem ser necessários. A cirurgia pode variar desde artroscopia até a substituição total do quadril, dependendo do diagnóstico.
Vale lembrar que condições como artrite reumatoide podem exigir tratamentos específicos, como aqueles com imunossupressores.

Como aliviar a dor no quadril em casa?

A avaliação médica e o tratamento adequado ao caso são indispensáveis, mas existem medidas que podem ajudar a aliviar a dor no quadril no dia a dia, como:

  • Compressas quentes ou frias: alternar entre compressas pode ajudar a reduzir a inflamação e aliviar a dor. Observe qual das duas opções traz mais alívio para o seu caso, mas atenção: compressas quentes apenas se não houver inflamação aparente.
  • Descanso: permita que seu corpo tenha tempo para se recuperar, evitando atividades que sobrecarregam a região do quadril.
  • Mantenha uma boa postura, tanto ao sentar quanto ao realizar tarefas diárias, diminui a pressão sobre o quadril e previne o agravamento da dor.
  • No ambiente de trabalho ou em casa, o uso de cadeiras e apoios adequados pode contribuir significativamente para o conforto e a prevenção de dores.
  • Evite atividades de impacto, como correr e pular. Se o quadro permitir, caminhadas e alongamentos leves podem melhorar a circulação e reduzir a tensão muscular.

Cuidados preventivos para evitar dores no quadril

A prevenção da dor no quadril passa necessariamente por um estilo de vida saudável. E, sim, nos referimos a exercícios regulares e alimentação nutritiva. Treinos de força e flexibilidade que incluam a região dos quadris são fundamentais para trabalhar as articulações, proporcionar alongamento e reduzir a tensão muscular.
Uma dieta variada e a mais natural possível, rica em cálcio e vitamina D, é essencial para a saúde óssea e das articulações. E manter um peso saudável também é importante porque reduz a pressão sobre o quadril, prevenindo o desgaste precoce das articulações.
Além disso, se sua rotina envolve ficar sentado ou realizar movimentos repetitivos, faça intervalos para alongar e descansar a região do quadril. E tenha atenção à postura, tanto para trabalhar, como para ir ao mercado, dirigir, treinar, etc.

Dor no quadril: como buscar o tratamento adequado?

O primeiro passo é consultar um ortopedista ou reumatologista. Descreva detalhadamente quando a dor começou, fatores que a aliviam ou pioram e se há outros sintomas. Leve exames anteriores e liste medicamentos em uso. Se necessário, o médico encaminhará você a um fisioterapeuta ou especialista em dor crônica.

Perguntas frequentes

O que pode causar dor no quadril?

A dor no quadril pode ter diversas causas, desde lesões musculares e inflamações (como a tendinite) até condições degenerativas, como a artrose, além de fraturas por estresse e problemas de impacto femoroacetabular. Cada condição possui características próprias, mas em geral, o uso excessivo e a sobrecarga na região são fatores comuns.

Quando a dor no quadril é preocupante?

A dor se torna preocupante quando persiste por períodos prolongados, interfere na mobilidade e vem acompanhada de sintomas como inchaço, febre ou perda de peso inexplicada. Se houver dificuldade para realizar atividades diárias ou histórico de lesões, é fundamental buscar uma avaliação médica.

O que fazer para aliviar a dor no quadril?

Além das medidas caseiras – como compressas e repouso  –, é importante identificar a causa da dor. Medicações, fisioterapia e, em alguns casos, infiltrações podem ser indicadas, sempre com o acompanhamento de um especialista.

Como é a dor do quadril inflamado?

Quando a inflamação está presente, como na bursite ou na tendinite, a dor costuma ser aguda e localizada. A área pode apresentar inchaço, sensibilidade ao toque e aumento do desconforto durante movimentos que sobrecarregam a articulação.

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