Revisado em: 03/11/2025
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Níveis equilibrados de dopamina melhoram foco e produtividade

A dopamina é um dos neurotransmissores voltados ao bem-estar, motivação e prazer. Ela é conhecida como o hormônio da felicidade ou molécula da motivação. Tendo um papel fundamental nas mais diversas funções cerebrais e corporais.
Com o equilíbrio dos níveis de dopamina o indivíduo se sente mais feliz, motivado, alerta e concentrado. Quantidades baixas no neurotransmissor podem causar problemas na concentração e memória, e provocar fadiga crônica. Por isso, entender como regular a dopamina contribui para manter o equilíbrio emocional, a saúde mental e a produtividade.
A dopamina é um tipo de neurotransmissor monoamina, uma substância química produzida pelo cérebro que atua como um mensageiro. Ela transmite sinais entre os neurônios e está associada ao sistema de recompensa do cérebro.
Atua como neurohormônio, sendo liberada pelo hipotálamo, região do cérebro que regula funções do corpo como o metabolismo, emoções e comportamentos.
Ela pode ser produzida ainda pelas glândulas adrenais, que ficam localizadas acima de cada rim. As glândulas controlam funções como a pressão arterial e a resposta ao estresse.
Por isso a dopamina é citada como um dos hormônios da felicidade, ao lado da serotonina e da endorfina. Mas a sua função vai muito além da simples sensação de prazer. Ela define a maneira como o indivíduo se sente ao longo do dia.
Agende uma avaliação médica com o neurologista e saiba como regular seus níveis de dopamina com segurança.
A dopamina está envolvida em processos vitais para o ser humano, sendo bastante importante para o funcionamento do organismo. A sua principal função é fornecer a sensação de prazer e motivação para fazer atividades diárias como comer e beber.
Ela motiva a repetição de comportamentos que geram essa sensação. Além de ser importante para que a pessoa tenha vontade de iniciar tarefas e alcançar objetivos. O neurohormônio prepara o corpo para a ação.
Uma outra função da dopamina é o controle do sistema motor. Por isso a sua deficiência está ligada a doenças como Parkinson.
Também ajuda no fortalecimento da memória e promove o aumento do interesse do que está sendo aprendido. Elevando a capacidade de concentração e o estado de alerta. Ela atua também no bem-estar mental e emocional, aliviando sintomas da ansiedade e do estresse.
Aumento da libido e ajuda com a saúde intestinal são outros benefícios proporcionados pelo neurotransmissor.
O equilíbrio da dopamina é algo bastante delicado. Níveis altos ou baixos podem indicar um desequilíbrio e podem estar associados a algumas condições de saúde.
A deficiência do neurohormônio pode resultar em sintomas que afetam a energia, o humor e a cognição. O indivíduo pode ter o sentimento constante de cansaço e apresentar falta de vontade de realizar as tarefas diárias.
Ele pode também se sentir triste ou infeliz, bem como apresentar sintomas como insônia ou sono picado e redução do desejo sexual (libido). A dificuldade em manter o foco e reter informações pode ser outro sinal de baixa dopamina.
Em relação às condições de saúde que podem estar aos níveis baixos, estão: doença de Parkinson e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
Mesmo a sensação de prazer sendo associada a dopamina, seu excesso pode ser prejudicial. Ele resulta numa estimulação exacerbada e causa problemas para controlar os sintomas.
Dentre os sinais e sintomas está a sensação exagerada de felicidade e o indivíduo pode ficar bastante agitado. A impulsividade também pode acontecer, levando a dificuldade de controlar os impulsos e tomar decisões ponderadas.
Dentre os sinais de dopamina alta também podem ser vistos o aumento da irritabilidade e um comportamento mais agressivo. Além da dificuldade de dormir ou manter o sono, e o aumento do desejo sexual.
As condições de saúde associadas a altos níveis do neurotransmissor são a obesidade e o vício.
Os níveis dela variam de acordo com cada pessoa, por isso se você quer regulá-los é preciso fazer algumas mudanças de hábito. Como regular a dopamina, depende de alguns fatores como a alimentação saudável e a prática de exercícios físicos.
A prática regular de atividade física é uma das maneiras mais eficazes de aumentar os níveis de dopamina, estimulando a sensação de prazer e motivação. Além de promover a saúde como um todo.
A escolha deve ser feita pela atividade que seja a mais ideal para a pessoa, a que ela goste. Pode ser musculação, corrida, dança ou crossfit, por exemplo. O importante é manter o corpo ativo, em movimento.
A dopamina é produzida a partir de um aminoácido chamado tirosina. Incluir na dieta alimentos ricos nesse aminoácido mostra como regular a dopamina no organismo.
Por isso a recomendação é pela ingestão de frango, peru, ovos, salmão, atum e queijos. Consumir também iogurtes, queijos, amêndoas, nozes, abacate e banana também ajuda a equilibrar os níveis do neurotransmissor.
Manter uma alimentação saudável também é importante, uma dieta rica em antioxidantes como frutas, verduras e legumes. Quanto mais colorido o prato for, melhor para manter os níveis adequados.
Alimentos processados e ultraprocessados devem ser evitados, pois podem contribuir para diminuição dos níveis de dopamina.
Para garantir um bom funcionamento do cérebro e manter os níveis equilibrados é recomendado dormir entre 7 e 9 horas por noite. Uma rotina de sono saudável e com horários regulares torna os efeitos ainda maiores, otimizando a produção de dopamina pela manhã.
A luz do sol estimula a liberação de neurotransmissores que afetam o humor. Ela também está associada à regulação dos níveis de vitamina D no organismo, o que contribui para a saúde mental e para o bem-estar.
Além dessas, existem outras recomendações que mostram como regular a dopamina. Sair da rotina é uma delas. Ter experiências que não fazem parte do dia a dia como ir a um show ou fazer uma viagem. Os momentos de lazer são necessários.
Podem ser utilizados suplementos naturais e probióticos para aumentar a quantidade do neurohormônio. Os probióticos melhoram a saúde intestinal, contribuindo para a produção de neurotransmissores.
A dopamina não só tem o lado positivo. Quando ela é ativada de forma exagerada ou constante por estímulos rápidos ou artificiais, passa a ter um lado negativo. Como no caso da alimentação com ultraprocessados ou do uso excessivo das redes sociais. Esse fator pode levar à compulsão e ao vício.
A busca por um profissional de saúde deve ser feita quando os sinais de desequilíbrio forem persistentes ou interferirem diretamente na qualidade de vida.
A fadiga crônica, desmotivação, tristeza ou euforia que não melhoram com mudanças de hábitos são sinais de alerta. Assim como a dificuldade em controlar o impulso por substâncias ou atividades.
Se a regulação do humor e da motivação está consumindo tempo e energia diariamente, pode ser um sinal de que é necessário ter um suporte médico. Um profissional de saúde mental ou neurologista pode avaliar a situação do indivíduo e indicar o tratamento mais adequado.
O tratamento pode envolver terapia, mudança no estilo de vida ou até medicação, tudo vai depender da avaliação de cada caso.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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